04.16.08
Com um toque: Advento das Touchscreens
Cada dia que passa os lançamentos chegam ao mercado, velho modelos são revisados, câmeras se tornam mais potentes, aparelhos mais finos e portáteis. Mas até quando?
Um dos artifícios mais usados ultimamente para atrair compradores e levar os eletrônicos a um patamar de nova geração são as touchscreens.
A imersão que esses dispositivos causam ao usuário é o principal fator de seu sucesso. No início do novo milênio, falava-se do mercado online e como ele superaria o mundo real. Os jornais, lojas de departamentos, supermercados e até conversas online existem e estão cada vez mais presentes em nossa vida, mas nada melhor do que escolher a maçã mais vermelha e suculenta da prateleira do supermercado com as próprias mãos. A emulação de realidade das telas de toque aproxima-nos do convívio social que teríamos ao sair de nossos casulos.
No entanto, palms de quase dez anos atrás possuíam tecnologia semelhante por que todo esse frenesi justo agora?
Anteriormente, devido à falta de sensibilidade dos aparelhos, era extremamente necessário o uso do Stylus, a canetinha. Trazia sim certo status sair por aí clicando em ícones com um bastãozinho. Toda via nada prático.

Com a tecnologia multitouch atual esse acessório foi abolido. As telas reconhecem pontos em diversos lugares de sua superfície. É possível aumentar ou diminuir uma foto com um simples afastar de dedos.
Já existem celulares, videogames, computadores, monitores que compartilham essas invenções. No futuro, quem sabe, um espelho de banheiro com touchscreen e conexão Wi-Fi para ler as notícias enquanto escovamos os dentes.
Enquanto fazem conexões cada vez mais poderosas, aparelhos cada vez mais rápidos, com exceção da Apple, esquecem que o melhor apelo é na verdade um bom design. Ainda não se vê uma revolução que mudará o mundo com outro toque.




