04.26.08

Amy Winehouse: depois do “susto” foi libertada!

Enviado em Cotidiano, Música às 12:09 pm de T.J.

 

 Amy Winehouse foi solta hoje de manhã (26/04) depois de ter respondido as questões da polícia sobre o seu “incidente” e levar uma advertência por agressão, sendo recebida por cerca de 300 pessoas, entre elas uma legião de paparazzi.

Ela foi presa nesta sexta-feira (25) sob acusação de ter agredido um homem de 38 anos em Camden, norte de Londres, no início desta semana.
O porta-voz da Scotland Yard disse que uma mulher de 24 anos foi detida suspeita de agressão após comparecer a uma delegacia de polícia na capital inglesa. Ela foi voluntariamente a uma delegacia e está neste momento sob custódia da polícia. 

Vencedora do Grammy, a cantora tem uma vida pessoal bastante conturbada e luta contra o vício em drogas, que a expõe mais do que o sucesso de suas músicas. Segundo tablóides, um homem disse que foi atingido ao entrar na frente da cantora, que jogava sinuca em bar de Camden. E supostamente deu uma cabeçada em outro que tentava arranjar um táxi a ela nas primeiras horas da quarta-feira 23.

Winehouse, cuja fortuna foi estimada em 10 milhões de libras na última lista de mais ricos do jornal “Sunday Times”, deve comparecer à audiência do marido, disse o porta-voz dela à Reuters. Ela também foi a grande vitoriosa no último Grammy, a principal premiação da indústria fonográfica norte-americana. ”muito louca, muito louca… sai de perto!”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

04.19.08

Resenha “Rodrigo y Gabriela”

Enviado em Música tagged às 9:28 am de Budz

Opa!

Primeiramente paz a todos e “segundamente”, vamos ao que interessa. Resenha de hoje: Rodrigo Y Gabriela.

Vindos da Cidade do México, começaram suas carreiras na banda de metal Tierra Acida, que vagou pelo underground local durante sete anos. “Como muitos jovens Mexicanos, fomos influenciados pelas bandas de metal dos Estados Unidos, como Pantera, Megadeth e Metallica, além de outras como o Sepultura”, explicou Gabriela. “Era uma banda completa, com guitarras pesadas e vocais gritados. Tocamos assim por sete anos”, continuou. Frustrados com o crescimento ambicioso da cena musical doméstica, eles conservaram sua origem, mudaram-se para a Europa, onde são consideravelmente aclamados.



Eles descrevem seu estilo como uma fusão musical’. Suas principais características são as composições de ritmos e harmonia latina, mas conservando o rock como base.

Ou seja, precisa dizer mais alguma coisa? Pra começo de conversa, se trata de um duo mexicano, quebrando totalmente aquela cultura norte-americana que querendo ou não nos é enraizada, como se tudo proveniente dos EUA fosse de boa qualidade, incluindo o rock. Hoje pra mim EMO e EUA é a mesma coisa!

Um duo mexicano, influenciado por grandes bandas de metal (e puxa, bota “banda de metal nisso”, só lapada), com algumas pequenas características, nada de metais, nada de guitarras gritando, berros etc., apenas dois violões, um homem e uma mulher, muito alma e expressão nas músicas.

Como o planejado, esse meu post vai ser muito sucinto, mas de qualquer forma, fica aí uma dica, uma resenha de algo que eu acho lindo, perfeito, sem comparação. Simples, objetivo, profissional e “from hell”.

Mais uma vez paz a todos e pira maluco porque o som é bom demais!

Discografia

*Live in Manchester and Dublin (2004)

*Rodrigo y Gabriela (2006)

04.12.08

Resenha “Dave Matthews Band”

Enviado em Dicas, Música tagged às 8:38 am de Budz

Opa!

Primeiramente paz a todos, e “segundamente” vamos ao que interessa.

A resenha de hoje vai para uma recente descoberta que tem me alegrado o espírito, confortando-o quando tenho as minhas crises quanto a ser pensante e sensível a sentimentos alheios, inclusive os meus.

Como estava dizendo, a resenha vai para “Dave Matthews Band”, uma recém e agradabilíssima descoberta (agradeço a Nathalia Lima por ter me proporcionado tamanha maravilha).

Dave Matthews Band

A Dave Matthews Band é uma banda norte-americana formada em Charlottesville, Virgínia em 1991, pelo cantor e guitarrista Dave Matthews, baixista Stefan Lessard, Leroi Moore, que toca uma variedade de instrumentos de sopro indo do saxofone à flauta, violinista Boyd Tinsley, baterista Carter Beauford e tecladista Peter Griesar. Todos conheçeram Dave em Charlottesville.

Tudo começou quando o frontman da banda, o próprio David John Matthews, após ter concluído os seus estudos, sem saber muito bem o que fazer da sua vida, começa a trabalhar de barman num bar chamado Miller’s em Charlottesville.

Mas regressando um pouco na história da formação da banda, Dave, que nasceu na África do Sul, mais precisamente na cidade de Joanesburgo, mudou-se com sua mãe para Yorktown Heighs em Nova Yorke após o falecimento do seu pai, acometido da doença de Hodgkins. Dave, sempre centrava-se mais na música do que nos estudos, até porque vivia mudando de escola, nunca firmara laços ou vinculos concretos. Depois de ter concluído seus estudos começa então a trabalhar num bar, meio sem saber o que realmente queria da vida. Encorajado pelo seu amigo e guitarrista Tim Reynolds, começa a se apresentar neste mesmo bar.

David John Matthews

Posteriormente, convida o saxofonista Leroi Moore e o baterista Carter Beauford para gravar uma demo tape. Assim nasce a Dave Matthews Band.

É difícil dizer em qual estilo a Dave Matthews Band se encaixa, já que ela possui muitas influências, indo do folk, rock, progressivo, experimental, regional, reggae, jazz… Ou seja, é de tudo um pouco, talvez por isso a grande maioria a classifique como “música alternativa”. O que me alegra ainda mais o coração porque eu simpatizo muito com sons alternativos e experimentais, difíceis de serem classificados. Tudo gira em torno do único e exclusivo motivo: FAZER MÚSICA BOA E DE QUALIDADE!

Pois bem, fica aí mais uma dica, resenha, uma exposição do vasto gosto musical que tenho e que por acaso tenho o prazer de dividir com vocês, leitores da minha coluna!

Paz a todos e pira, maluco porque o som é bom demais!

Integrantes

  • Dave Matthews
  • Stefan Lessard
  • Leroi Moore
  • Boyd Tinsley
  • Carter Beauford

Discografia

  • 2007 - Pavilion Atlantico, Lisbon, Portugal, May 25, 2007 (Ao Vivo)
  • 2007 - MGM Grand Garden Arena, Las Vegas, NV March 23-24, 2007 (Ao Vivo)
  • 2007 - 8.7.2004 Alpine Valley Music Theatre, East Troy, WI (Ao Vivo)
  • 2006 - 12.31.1996 Hampton Coliseum, Hampton, VA (Ao Vivo)
  • 2006 - The Best Of What’s Around Vol. 1 (coletânea)
  • 2006 - 7.7.2006 - 7.8.2006 Fenway Park, Boston, MA (Ao Vivo)
  • 2006 - 8.23.1995 Meadow Brook Music Festival, Rochester Hills, MI (Ao Vivo)
  • 2005 - Weekend On The Rocks (Ao Vivo)
  • 2005 - 4.30.96 Classic Amphitheatre, Richmond, VA (Ao Vivo)
  • 2005 - Stand Up
  • 2005 - 8.27.00 Meadows Music Theatre, Hartford, CT (Ao Vivo)
  • 2004 - 9.12.2004 Golden Gate Park, San Francisco (Ao Vivo)
  • 2004 - 12.8.98 Centrum, Worcester, MA (Ao Vivo)
  • 2004 - The Gorge 2002 (Ao Vivo)
  • 2003 - The Central Park Concert (Ao Vivo)
  • 2002 - Live at Folsom Field, Boulder, Colorado (Ao Vivo)
  • 2002 - Busted Stuff
  • 2001 - Live in Chicago 12.19.98 (Ao Vivo)
  • 2001 - Everyday
  • 1999 - Listener Supported (Ao Vivo)
  • 1999 - Live at Luther College (Ao Vivo)
  • 1998 - Before These Crowded Streets
  • 1997 - Live at Red Rocks 8-15-95 (Ao VIvo)
  • 1996 - Crash
  • 1994 - Under the Table and Dreaming
  • 1994 - Recently (EP)
  • 1993 - Remember Two Things

04.08.08

O som virá “pesado e louco”!

Enviado em Música às 6:46 am de Budz

Para aqueles que achavam que o Soulfly ficaria de lado, Max com essa notícia desvanca qualquer falácia. Resta esperar este novo disco ficar pronto para nos deliciar com guitarras pesadas, gritos alucinantes que vão diretamente na alma!

Apesar de o disco não ter data formal de ser comercializado, podemos “perder” um pouco do nosso tempo escutando a Cavalera Conspiracy, que faz jus ao próprio nome!

É o que afirmou o guitarrista e vocalista da banda Soulfly, Max Cavalera, também guitarrista e vocalista da Cavalera Conspiracy, banda feita em parceiria com seu irmão Iggor Cavalera.

Max, em entrevista a PyroMusic diz que o tempo em que passou no Cairo (Egito) trabalhando com músicos locais, tendo acesso a cultura local, rendeu-lhe muita inspiração chegando a dizer que o novo disco da Soulfly virá “pesado e louco”.

Soulfly

Cavalera Conspiracy

04.05.08

Resenha: The Mars Volta.

Enviado em Música às 1:39 am de Budz

Por certos problemas pessoais e emocionais, eu deixei de postar as resenhas num período de três semanas. Peço desculpas aos nossos leitores e curiosos da música, mais ainda a aqueles que se sentem à vontade com o que eu posto. Pois bem, minha resenha vai para a The Mars Volta.

Banda esta formada em 2001 pelos ex-integrantes Cedric Bixler-Zavala e Omar Rodriguez-Lopez de outra super-mega-ultra banda da qual quem sabe postarei um comentário um dia, a At the Drive-In. A The Mars Volta reúne em sua lista de influências estilos como o jazz, rock psicodélico, punk rock e música latina. Sempre seguindo a mesma linha, seus shows são agitados, do tipo que quem tá sentado e quieto pensando hambúrgueres, fica doido no mesmo instante só de escutar o primeiro acorde; perfeitos improvisadores e sabem realmente como executar um bom show de rock

A banda, como já havia dito, surgiu do término do At the Drive-In, mas o que muitos não sabem, é que sua pricipal percursora foi a DeFacto, que misturava elementos do jazz, música eletrônica, salsa e música latina. A DeFacto chegou a lançar ainda dois discos, o “How do you dub? You Fight for Dub. You plug Dub in” e o “Megaton Shotblast” em 2001. Os dois lançados em El Paso, Texas, cidade natal dos dois integrantes-líders.

At The Drive-In

Em 2003, já como The Mars Volta, é trocada toda a formação da banda, menos Cedric e Omar, lançando o “De-Loused in the Comatorium”, produzido por Rick Rubin. Nesse meio tempo, sem baixista, por camaradagem, Flea do Red Hot Chilli Peppers, se junta aos caras e grava nove das dez músicas do LP. De-Loused se tornou seu maior hit tanto para a crítica quanto comercialmente, vendendo 500.000 cópias.

Em 2005, já com um baixista que por coincidência é irmão de Omar, Marcel Rodriguez-Lopez, os caras lançam o “Frances the Mute”, inspirado no engenheiro de som Jeremy Ward. Cada trilha do album é inspirada nos personagens descritos em um disco encontrado no carro de Ward. Em seguida nos anos de 2006 e 2008 saem o “Amputechture” e o “The Bedlam in Goliath”, que magnificam ainda mais a imagem da banda, concretizando de vez o som único e inovador que a The Mars Volta conseguiu criar!

Fica aí mais uma resenha, dica, opinião, sobre uma banda que engloba tudo aquilo que um cara precisa pra escutar um bom som alternativo, experimental sem deixar de lado o contorcionismo, a vivacidade e energia que o rock produz! Paz a todos e pira maluco porque o som é bom demais!

MEMBROS:

Omar Rodriguez-Lopez - guitarra (desde 2001)

Cedric Bixler-Zavala - vocal (desde 2001)

Isaiah Ikey Owens - teclado (desde 2001)

Juan Alderete de la Peña (John Alderete / Racer X) - baixo (desde 2003)

Marcel Rodriguez-Lopez - percussão (desde 2002)

Adrian Terrazas-Gonzales - flauta, saxofone tenor, clarinete baixo e percussão adicional (desde 2004)

Pablo Hinojos-Gonzalez - engenheiro de som (desde 2005)

Thomas Pridgen - bateria (desde 2007)

Previamente:

Jeremy Michael Ward - engenheiro de som (2001-2003)

Jason Lader - baixo (2003)

Flea (Michael Balzary) - baixo (2003, em De-Loused in the Comatorium)

Ralph Jasso - baixo (2002)

Eva Gardner - baixo (2001-2002)

Blake Fleming - bateria (2001)

Evan Andrews - bateria (março à maio de 2001)

Linda Good - teclado (2002)

Jon Theodore - bateria (2001 - 2006)

Blake Fleming - bateria (2001, desde 2006)

-DISCOGRAFIA-

Albuns de estúdio:

De-Loused in the Comatorium (2003)

Frances the Mute (2005)

Amputechture (2006)

The Bedlam in Goliath (200 8)

EPs:

Tremulant EP (2002)

Ao vivo:

Live EP (2003, edição limitada)

Scabdates (2005)

Compilações:

A Missing Chromosome (2005)

04.02.08

Segundo disco de Gahan promete!

Enviado em Dicas, Música às 4:40 pm de Budz

Primeiramente paz a todos! Vamos ao que interessa hehe… Hoje darei duas dicas.Se você curte um som mais pop, que tenha sintetizadores, aqueles mais clássicos vindos diretamente dos anos 70, mas com um requinte do século XXI, então você precisa escutar Dave Gahan.

Consagrado no mundo da música por ser vocalista da banda Depeche Mode, que engloba, referências como o pop, música eletrônica, post-punk, new wave, alternative dance e rock, Gahan lança este ano o seu segundo trabalho solo, intitulado de “Hourglass”.

Apesar dele não ter conseguido fugir das comparações ao Depeche Mode, seria, por assim dizer, um assassinato de carreira se ele mudasse bruscamente de estilo, sonoridade, pegada, etc. Posso citar como exemplo Thom Yorke do Radiohead (banda que por coincidência, assim como o Depeche Mode, também é britânica), que ano passado lançou o seu primiero CD solo, mas que se for levado ao pé da letra é Radiohead puro, apenas com um pouco mais de marcações eletrônicas e um piano, que é bastante característico do próprio músico.

“Hourglass” conta com alguns colaboradores em se tratando de letras, como é o caso de Martin Gore (compositor principal do DM).

 

Depeche Mode

E para finalizar, deixo aqui uma frase de Sérgio Alpendre, escrevendo para a Revista Paisà, sobre o assunto: “Mesmo sendo sensivelmente melhor que o anterior “Paper Monsters”, “Hourglass” não é um disco fácil, mas mostra que Gahan pode vir a ser um compositor tão bom quanto Martin Gore. E quando isso acontecer, ninguém mais segura o cara”.

Dave Gahan

 

Mais uma vez agradeço por você que Linkou o Mal Começo, ajude a divulgar esta marca. Espero que não só nas minhas colunas, mas em todas as outras, você possa encontrar a informação de forma sucinta, acessível e divertida. E pira comigo maluco porque o som é bom demais!

04.01.08

Layne Stanley é tema de filme.

Enviado em Música às 6:48 am de Budz

Filme baseado na biografia “Get Born Again”, da escritora Adriana Rubio, que conta a história do ex-vocalista da banda “Alice In Chains”. O filme ainda não tem data confirmada, mas contará com a atuação de Lathan McKay, um texano de 30 anos que entrou para o cinema a pouco tempo. Ele interpretará Layne Stanley, o falecido vocalista que morreu em 2002 de overdose, aos 34 anos.

Alice in Chains

A banda da qual Mckay será o líder se chamará “Motherweiser”.

O Alice in Chains passou por um longo momento de hiato, porém, em 2006 voltou a se apresentar tendo nos vocais William DuVall. A banda está em estúdio e promete um disco só de inéditas! A Alice in Chains é uma das representantes do movimento grunge que ficou mundialmente conhecido com as bandas Nirvana, Soundgarden, Mudhoney, Pearl Jam (esta é a única na ativa até os dias de hoje), dentre outras.

William DuVall

 

 

Layne Stanley

 

Para quem quiser saber mais sobre a banda o link da biografia no Wikipédia é este aqui http://pt.wikipedia.org/wiki/Alice_in_Chains


03.29.08

Resenha: Bad Religion

Enviado em Música tagged às 9:04 am de Fernando Portelada.

Devido a alguns problemas, a nossa coluna de música vai trocar de redator. Hoje, espero que pela última vez, essa resenha é feita por mim. Exatamente por isso vou falar de uma das minhas bandas preferidas, se é pra fazer, que seja bem feito. ENJOY!

Bad religion é uma banda de punkrock americano formado na década de 1980 e como o nome já diz, os caras são ATEUS. E isso vai muito além da alcunha do grupo, faz parte das suas letras e sua filosofia de vida.

it’s all right to have faith in god
but when you bend to their rules and their fucking lies
that’s when I start to have pity on you.

Bad Religion, Faith in God.

Mas não se enganem com os hinos anti-religião. A banda não é formada somente por cinco ou seis idiotas emaconhados. Só como um exemplo: Gregory Walter Graffin, o vocalista, é PhD em ciências sociais e palestrante fixo da UCLA. Os outros membros igualmente têm formações acadêmicas intimidadoras como Graffin. Certamente vem coisa boa pela frente.

You never stole from the rich to give to the poor
All he ever gave to them was a war
And a foreign enemy to deplore

Bad Religion, Let Them Eat War.

 

Voltando a história: O sucesso na mídia só veio com a troca de gravadora e o lançamento dos álbuns Recipe for Hate em 1993, e Stranger than Fiction em 1994, nesse ano os rapazes tiveram mais uma troca de guitarrista, a saída de Gurewitz, que tocava no grupo desde o ensino médio, foi regada a gritos de “vendido”, também cantado pelos fãs. O período pós Gurewitz, pra mim, foi o mais produtivo em minha opinião, lindas músicas como: A Walk e o álbum: TheGray Race foram lançados nessa época.

 

O guitarrista “semi-socialista” voltou a ocupar seu posto no Bad Religion em 2002, os fãs vibraram e foi comemorada a volta às raízes do grupo e também à sua primeira gravadora, a Epitaph Records. Atualmente, a banda segue em turnê do seu novo disco, New Maps of Hell, lançado no ano passado.

Não há mais o que falar sobre o Bad Religion, ame-os ou os odeie. Uma banda com mais de 20 anos de estrada que produz um punk rock de rapidez e qualidade com letras fortes e impactantes que merece ser escutado pelo menos uma vez.


Incomplete. Fala muito sobre qualquer um

American Jesus. Crítica.

Do What YOU Want. Meu sonho é ouvir essa música ao vivo.

 

Integrantes

  • Greg Graffin - Vocal
  • Jay Bentlev - Baixo
  • Brett Gurewits - Guitarra
  • Greg Hetson - Guitarra
  • Brian Baker - Guitarra
  • Brooks Wackerman - Bateria

Discografia

  • How Could Hell Be Any Worse (1982)
  • Into the Unknown (1983)
  • Back the Know (1984)
  • Suffer (198 8)
  • No Control (1989)
  • Against the Grain (1990)
  • Generator (1992)
  • Recipe for Hate (1993)
  • Stranger Than Fiction ( 1994)
  • The Gray Race (1996)
  • Tested (ao vivo, 1997)
  • No Substance (199 8)
  • The new America (2000)
  • The Process of Belief (2002)
  • The Empire Strikes First (2004)
  • New Maps of Hell (2007)

Fonte: Wikipedia, Site Oficial

03.28.08

Culpa da iTunes!!!

Enviado em Música às 2:49 pm de Budz

 

Apesar de todo o cuidado, “Consolers of the lonely” já está na internet. Tudo devido um erro da iTunes que disponibilizou o novo trabalho do The Raconteurs, segunda banda de Jack White, também The White Stripes. O novo disco da banda ficou pronto na primeira semana de março e tem 14 músicas, influenciado por clássicos do rock como Beatles e Led Zeppelin seguindo a mesma linha do seu antecessor, “Broken boy soldiers” (2006).

Foto

 

O disco vem carregado de detalhes. Músicas fofinhas acompanhadas de piano e instrumentos de sopro (“You don’t understand me” e “The switch and the spur”), outras mais energéticas como forma de “alavancar” o ritmo, ânimo, vigor (“Salute your solution”, Hold up”, “Top yourself” e “Old enough”) com pegadas country, mas também agressiva e rápida, como o bom e velho rock’n roll.

Albuns

  • Broken Boy Soldiers - 16 de maio de 2006 (15 de maio na europa)
  • Consoler Of The Lonely - 25 de março de 2008

Membros

  • Jack White (The White Stripes) - vocal, guitarra, teclado
  • Brendan Benson - vocal, guitarra, teclado
  • Jack Lawrence (The Greenhornes e Blanche) - baixo
  • Patrick Keeler (The Greenhornes) - bateria
  • Dean Fertita (do The Waxwings) - guitarra e teclados (ao vivo, apenas em turnê)

03.22.08

Resenha: Flyleaf

Enviado em Música tagged , às 10:51 am de Fernando Portelada.

No ano passado, tive certa carência musical. Como já dito, escuto praticamente as mesmas coisas, procuro não inovar muito. No entanto, novidade era a palavra chave naquela época. Conversei bastante com pessoas mais entendidas, baixei álbuns e discografias, cheguei até a me interessar por alguns grupos bons, mas nada comparado ao Flyleaf.

flyleaf.jpg

A banda de rock alternativo formada em Belton, Texas em 2002 traz melodias pesadas com letras conflituosas, abordando até mesmo temas mórbidos como assassinatos famosos.

O primeiro nome escolhido para o quinteto foi Passerby. Chegaram a fazer mais de 100 shows com esse rótulo, até descobrirem que já existia uma banda com essa nomeação.

Em 2004 o presidente da Octone Records, se interessou pelo grupo após assistir uma apresentação, e depois de dois dias já os contratava para sua primeira gravação. O álbum de estréia, no entanto, só iria sair no ano seguinte, o auto-intitulado Flyleaf.

A vocalista, Lacey Mosley, não tem aquele tipo de voz poderosa que estou acostumado a ouvir de bandas como Arch Enemy ou Within Temptation, mas é algo que cativa. Combina com as letras de suas canções.

No começo de 2006, através de um acordo entre as gravadoras, o quinteto mudou-se para a J Records, a fim de conquistar mais ainda o público Cristão, que compartilha as mesmas crenças do grupo.

A banda teve algumas de suas músicas como: trilha sonora os filmes: Resident Evil : Extinção, Live free or Die Hard, aparecendo em jogos de videogame e no topo de listas da MTV americana onde foram nomeados artist of the week.

Atualmente, os músicos estão em turnê na Europa Juntamente com o Korn.

Misturando momentos agressivos com baladas calmas, Flyleaf é uma banda quase conceitual, apresentando letras que conseguem cativar os ouvintes e criar verdadeira paixão pelo seu som.

Sorrow

 

I’m so sick

 

IMPERDÍVEL: Cassie

 

 

Formação:

Lacey Mosley – Vocal

Sameer Bhattacharya – Guitarra

Jared Hartmann – Guitarra

Pat Seals – Baixo

James Culpepper – Bateria

Discografia:

Flyleaf, 2005

Fonte: Wikipedia, Site Oficial.

 

 

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