05.01.08

Resenha: Mandando Bala

Enviado em Cinema tagged às 3:25 pm de Fernando Portelada.

Ao pegar a capa do DVD, vi que havia uma advertência na parte de trás: Violência Gratuita. “Só pode ser exagero” – pensei. Não era.

Mandando Bala gira em torno de uma conspiração envolvendo política, interesse financeiro e muitos bebês. Tudo isso regado a tiros, explosões e humor negro.

A história começa quando o Smith (Clive Owen) resolve salvar uma mulher grávida da execução. Quando digo “salvar”, leia: atirar em umas 20 pessoas com direito a movimentos de ação dignos de Jackie Chan.

Devido a esse ato altruísta, Mr. Smith começa a ser perseguido por uma organização misteriosa, para preservar a sua vida e a de outras pessoas que ele também arrasta para o buraco, chega-se ao fundo desse poço de intrigas. Descobrindo assim que não se pode confiar em ninguém e nada é o que parece.

O personagem de Owen é quase um super homem. Calmo, frio, calculista, melhor atirador do mundo, supostamente também é o Unabomber e vencedor de algum prêmio Nobel.

Outro aspecto relevante sobre sua personalidade é a analogia feita com o coelho preferido da Warner Bros, Pernalonga. Smith é astuto, debochado, vive comendo cenouras e sai de qualquer situação completamente ileso. Até o bordão “What’s up Doc” é utilizado na película.

Como dito previamente, o diretor Michael Davis, criou cenas de acão espetaculares, completamente inverossímeis, mas ainda assim espetaculares. A trilha sonora, carregada de Rock pesado, encaixa-se como uma luva no clima tenso do Longa.

A atuação de Clive Owen é bem parecida com seu papel em Sin city. O herói inexpressivo e que pode fazer tudo com uma 9.mm nas mãos. Já Monica Bellucci, que já está velha para o papel de mulher sedutora, continua com uma interpretação parca como sempre. Paul Giamatti, por sua vez, surpreende como vilão. Seu jeito sério e sombrio é perfeito para o personagem.

Mandando Bala têm uma história fraca, atores que não estão nos seus melhores dias e sangue suficiente para encher duas piscinas olímpicas. Essa fórmula, todavia, vende e diverte. Assista se não houver nada melhor.

04.24.08

Resenha: Untraceable - Sem vestígios

Enviado em Cinema tagged às 4:37 pm de Fernando Portelada.

Untraceable parte de uma premissa assustadora: Até quando a curiosidade do internauta e a sede por destruição da população em geral podem ser prejudiciais quando o assunto é a internet?

Vê-se isso acontecer todos os dias com o youtube. Sempre tem aquele acidente convenientemente filmado ou aquele garoto que não ganhou um Xbox360.

O filme começa de uma forma confusa, um indefeso gatinho lentamente torturado tem toda sua agonia transmitida ao vivo pela web. Quanto mais acessos o macabro site recebe, mais rápido a vida se esvai do animal.

Jennifer Marsh (interpretada por Diane Lane) chefia o departamento de captura de criminosos cibernéticos do FBI. Após se deparar com esse insano acontecimento teme que o pior aconteça, que a próxima vítima do fúnebre cineasta seja uma pessoa qualquer. E obviamente, o medo de Marsh acaba por se tornar real.

Percebe-se na trama um jogo de gato e rato virtual. Não se tem certeza em nenhum momento se o serial killer está realmente sendo caçado ou se está tomando o papel contrário. Um enredo complicado e cheio de reviravoltas vai se desenrolando nessa aventura policial. O final, porém, poderia ser um pouco mais emocionante, não se nota uma evolução por parte dos personagens e sim uma regressão. Já que cometem erros inaceitáveis.

O diretor Gregory Hoblit que também trabalhou em Hart´s War cria com maestria o taciturno ambiente no qual se desenrola a película. O cerco que se fecha no pescoço dos personagens troca constantemente com o achar de uma nova pista ou um novo assassinato ainda mais brutal que o anterior. A atuação de Lane, no entanto, deixa a desejar. A falta de expressão em sua face e a inabilidade de apresentar um transtorno maior quando se alcança o clímax do Longa tiram um pouco do brilho desse thriller de suspense.

Faz-se necessário colocar que é um dos poucos filmes envolvendo tecnologia que tive o prazer de ver que não mostra os técnicos acessando seus sistemas com incontáveis comandos no teclado. Dessa vez a coisa assemelha-se mais com a realidade. Eles usam mouse.

Em um 2008 extremamente fraco no cinema, filmes medianos, como esse, aparentam ser mais do que são. Enquanto no ano passado assistíamos 300 ou Spider Man 3, só no primeiro semestre tivemos duas paródias nas telonas. Untraceable se destaca das terríveis histórias que somos obrigados a agüentar.

04.18.08

Estréias de cinema 18/04

Enviado em Cinema às 3:33 pm de Fernando Portelada.

Os Reis da Rua – Policial, 16 anos.

O filme conta a história de um policial de Los Angeles que cai em desgraça após a morte de sua mulher. Entra em conflito com o departamento após descobrir um grande esquema de corrupção.

Não poderia ser mais estereotipado. O inexpressivo Keanu Reaves faz o papel de Tom Ludlow, o tira com problemas pessoais que veio trazer paz e honestidade à força. Esperem tiros, explosões e uma lição de moral contida na película.

(Street Kings) EUA, 2008. Direção: David Ayer. Elenco: Keanu Reeves, Chris Evans, Hugh Laurie. Duração: não fornecida.

Super-Herói – O Filme – Comédia, 12 anos.

Os produtores de Todo Mundo em Pânico resolveram fazer então mais uma paródia, dessa vez focada nos super heróis. Muitas cenas sem graça e piadas idiotas contidas no filme.

(Superhero, the Movie) EUA, 2008. Direção: Craig Mazin. Elenco: Drake Bell, Leslie Nielsen, Leslie Paxton, Christopher McDonald, Marion Ross. Duração: 85 min.

04.17.08

Resenha: O Vidente

Enviado em Cinema tagged às 12:13 am de Fernando Portelada.

Imaginem poder ver o futuro próximo. Enxergar todas as possibilidades dos acontecimentos que estão por vir e decidir qual delas é a mais aceitável. Agora imaginem alguém que use esse incrível dom para seus ganhos pessoais.

É mais ou menos sobre isso que trata o filme O Vidente.

Dirigido por Lee Tamahori, que também trabalhou em XXX2, Estado de Emergência, e estrelado por Nicolas Cage, o Longa conta a história de Cris Jhonson, um pífio mágico de Las Vegas que passa a maior parte do tempo apostando em grandes Casinos. E ganhando.

Jhonson tem desde o nascimento a capacidade de prever o futuro. Essa habilidade, porém, é limitadíssima. As visões só mostram acontecimentos que o afetariam diretamente e apenas dois minutos à frente.

A ação começa a se desenrolar quando uma bomba nuclear roubada vai ser plantada no centro de Los Angeles, Califórnia. A Agente Callie Ferris, vivida por Juliane Moore, do FBI, precisa desesperadamente da ajuda do frustrado ilusionista para salvar, mais uma vez, os coitados estadunidenses. A trama se complica quando a esperança da nação só tem olhos para Liz Cooper (Jessica Biel), a garota que sempre previu sonhou.

Com mais de 70 milhões de dólares no orçamento, O Vidente não impressiona nos efeitos especiais. No entanto, é muito interessante o ponto de vista de Cage nas diversas situações apresentadas, como ele age e como ele agiria nas várias hipóteses que são criadas com a mudança de pequenos detalhes.

A direção de Tamahori faz de tudo para dar ação onde não deveria ter. Acho que um conflito psicológico e uma exploração maior da vida do protagonista seriam mais bem aproveitados para a idéia do filme. Todavia, o final é surpreendente. O telespectador não consegue perceber a virada no roteiro se aproximando.

O elenco de renome faz bem seu papel. Nicolas Cage com a mesma inexpressão de sempre até que interpreta bem o artista canastrão que lhe foi dado. Moore, apesar de estar se prendendo ao estereótipo de policial determinada, está impecável como sempre. Biel dá o apelo sexual que todo Blockbuster que se preze necessita.

No mais, O Vidente diverte. Não é o tipo de filme que vai lhe acrescentar alguma lição de vida ou valor moral. E na verdade, ninguém mais busca isso em um cinema nos dias de hoje. Após uma semana cheia de afazeres estudantis ou profissionais, ligue o DVD, desligue o cérebro e aproveite.

Next, EUA, 2007. Direção: Lee Tamahori. Elenco: Nicolas Cage, Julianne Moore e Jessica Biel. Duração: 98 min.

04.11.08

Estréias de Cinema 11/04

Enviado em Cinema às 1:19 pm de Fernando Portelada.

Mais uma semana morna nas telas da cidade de São Luís. Enquanto ano passado estávamos nos enfileirando para a estréia de Spider Man 3, nos dias atuais, a única coisa que recebemos são remakes e mais remakes de filmes orientais inexpressivos.

Um plano Brilhante – Drama, 12 anos.

Laura Quinn (Demi Moore) é uma bem sucedida gerente da maior revendedora de diamantes do mundo. Apesar de grandiosas habilidades e uma carreira bem estruturada, ela, como todas as mulheres daquela época, não recebe o reconhecimento que merece. Resolve, então, tomar medidas drásticas. Ajudar o modesto faxineiro Sr. Hobbs (Michael Caine) a roubar o cofre da LondI, a empresa em que trabalha.

E todos podem conferir a errata no site do boxcinemas. O cartaz do filme apareceu com uma imagem trocada.

(Flawless) Reino Unido, 2007. Direção: Michael Radford. Elenco: Demi Moore, Michael Caine, Joss Ackland. Duração: 100 min.


Imagens do Além – Terror, 14 anos.

Refilmagens quase nunca são uma boa pedida. Principalmente quando tratam de filmes ruins com atores que após estrelarem algumas séries adolescentes e filmes teen desaparecem das telas. É sobre esse terrível alicerce que a história de “Imagens do Além” se constrói.

Estrelado por Joshua Jacskon (de Dawson’s Creek) e Rachael Taylor, O Longa conta a história de um casal recém casado que começa a descobrir um terrível e tenebroro passado atrávés de fotografias e passa a investigar o caso.

(Shutter) EUA, 2008. Direção: Masayuki Ochiai. Elenco: Joshua Jackson, Rachael Taylor, James Kyson Lee. Duração: 85 min.

2 Dias em Paris – Comédia Romântica, 14 anos.

O filme conta a história de um casal com residência em Nova York que em uma frustrada tentativa de reascender seu romance, vai passar 2 dias na capital Francesa. Nada, porém, sai como esperado. Ex namorados e famílias autoritárias são um empecilho na vida de Jack, vivido pelo ator Adam Goldberg.

(2 Days in Paris) França, Alemanha, 2007. Direção: Julie Delpy. Elenco: Julie Delpy, Adam Goldberg. Duração: 96 min.

04.10.08

O Último Rei da Escócia (The Last King Of Scotland, Kevin Macdonald, EUA, 2007)

Enviado em Cinema tagged às 6:39 am de Maurício Amorim

Boa noite, senhoras e senhores. Cá estou eu para mais uma resenha, mas, desta vez, assumindo minha nova função, dada pelo Fernando: “resenhista” de filmes a cada 15 dias.

Já ouviram falar deste filme? Quem se liga em premiações, certamente tem uma lembrança bem recente deste título, afinal, Forest Whitaker arrastou um Oscar de melhor ator, um Globo de Ouro, um prêmio da Associação dos Atores de Cinema e o Prêmio BAFTA por sua atuação como o presidente (ditador, melhor dizendo) de Uganda nos anos 70, Idi Amin.

Pois bem, quem nunca experimentou a sensação de dar o melhor de si e, mesmo assim, não agradar aos pais? Foi exatamente assim que se sentiu o recém formado Dr. Nicholas Garrigan, após saber que “seu diploma era bom, mas não tanto quanto o do seu pai”. Ele decide, então, variar um pouco e dá um giro no globo. Pronto! Seu dedo apontou para o Canadá… Mas, por que sair da Escócia, um país rico e bem resolvido e ir para um país ‘parecido’? Não… Ele quer emoção, aventura, algo diferente, que dê frio na barriga. Uganda, é isso!

Malas prontas, pé na estrada. Tão logo chega ao país, ele fica sabendo que um golpe militar está acontecendo. Mas o novo Presidente é um homem do povo (e qual líder totalitário não o é…?), um general que “jamais come antes dos seus soldados”, que vai fazer Uganda crescer e ser respeitada e por aí vai. O recém formado doutor (interpretado magistralmente por James McAvoy – de Crônicas de Nárnia) iria formar time com um médico veterano e ajudar a população local, mas, logo nos primeiros dias, devido a um pequeno acidente com o Presidente, tudo muda de lugar. Ele ganha a simpatia de Amim, e então, de salvador de uma população miserável, se torna o braço direito do Chefe do país, recebendo tratamento de rei, nem de longe vendo o lado 3º mundo daquela nação.

Um repórter britânico tenta alertar Garrigan das formas tirânicas que Amim conduz seu governo, mas, cego pelo luxo, o jovem doutor nada enxerga. No decorrer da trama, muito bem escrita e amarrada por Peter Morgan e Jeremy Brock, Nicholas percebe que seu novo amigo não escolhe meios para ter o que quer. Signifique isto o assassinato brutal de uma de suas mulheres, ou a eliminação irracional de membros da oposição - assim como 300 mil dos seus concidadãos. Mas quando ele abre os olhos já é tarde demais.

O roteiro não peca por um instante sequer, fazendo com que o espectador sinta toda a agonia de quem teve sua liberdade usurpada sumariamente sem motivos, e para quem gosta do bom cinema dos anos 70, será impossível não recordar de O Expresso da Meia Noite.

Diversão com conteúdo garantida, recheada de atuações de tirar o fôlego: esta pérola dirigida por Kevin Macdonald é indispensável aos amantes da sétima arte.

04.06.08

Bolívia critica o novo filme de James Bond

Enviado em Cinema às 10:21 am de T.J.

O Governo boliviano enviou uma carta ao diretor de “Quantum of solace”,o novo filme de James Bond,para expressar sua preocupação com a parte do roteiro que apresenta o país como um lugar de “narcotraficantes”.

A carta dirigida a Marc Forster,é assinada pelo vice-ministro de Cultura da Bolívia,Pablo Groux,que também preside o diretório do Conselho Nacional de Cinema.

Groux disse que o “estigma” do narcotráfico “não deve caracterizar os bolivianos”,nem sequer no contexto de ficção do novo filme do agente 007,estrelado pelo ator britânico Daniel Craig.

A carta também diz que a Bolívia “tem todas as condições de ser palco de produções cinematográficas de primeiro nível”. Por isso, considera “desnecessário” recriar uma cidade boliviana “precisamente em uma localidade do Chile”.

As cenas do filme que transcorrem na Bolívia foram rodadas no norte do Chile,sendo que desde uma guerra travada no fim do século XIX, entre os dois países, eles não têm relações diplomáticas, salvo em um período nos anos 70.

04.04.08

Estréias de Cinema 04/04

Enviado em Cinema tagged às 2:59 pm de Fernando Portelada.

Coisas boas pela frente. O Box cinema renova o conteúdo de suas salas com:

Awake – A vida por um fio. Suspense, 14 anos.

O filme conta a história de Clay, Hayden Christensen, que fica consciente durante uma intervenção cirúrgica apesar de não sentir nada e não conseguir se mexer. No decorrer sua operação, o protagonista descobre que está no centro de uma conspiração.

 

O diretor estreante, Joby Harold, abusa do terror psicológico em sua história, deve criar um clima de ansiedade quase palpável.

 

(Awake) EUA, 2006. Direção: Joby Harold. Elenco: Hayden Christensen, Lena Olin, Jessica Alba. Duração: 84 min.

Loucas por amor, viciadas em dinheiro. Comédia – 10 anos.

O Longa narra a vida de

Bridget Cardigan (Diane Keaton), uma dona de casa que tem que voltar a trabalhar após a perda do emprego de seu marido. No banco conhece mais duas garotas sem nada a perder, interpretadas por Queen Latifah e Katie Holmes. As três decidem pôr em prática um plano de assalto.

Sem muito o que dizer, não assisto filmes com Latifah no elenco.

(Mad Money) EUA, 2008. Direção: Callie Khouri. Elenco: Diane Keaton, Queen Latifah, Katie Holmes. Duração: 104 min.

Sicko - $O$ Saúde. Documentário – Livre.

O sempre controverso Michael Moore de outros consagrados documentários como: Tiros em Columbine e FAHRENHEIT 11 de Setembro, investiga dessa vez o sistema de saúde Americano, comparando suas ações com as de outros países de primeiro mundo.

Por mais que seja considerado maniqueísta ou manipulador, Moore sempre alcança seu objetivo criando polêmica e provocando acaloradas discussões.

(Sicko) EUA, 2007. Direção: Michael Moore. Elenco: Michael Moore. Duração: 123 min.

04.03.08

RESENHA: JUMPER

Enviado em Cinema tagged às 12:56 am de Fernando Portelada.

 

Um eterno paradoxo. Assim como a Literatura Barroca que tanto me incomodou no ensino médio, Jumper é construído em dualidades.

O filme, dirigido por Doug Liman, o mesmo de “Senhor e Senhora Smith”, conta a história de David (Hayden Christensen), um rapaz com uma família conflituosa que descobre ter poderes paranormais. Após alguns anos vivendo como rei devido ao seu dom quase que divino, o protagonista é perseguido por uma organização secular chamada “Paladinos”.

Dá-se, então, inicio às cenas de ação da película. É também o começo do paralelo entre o bem e o mal que domina o enredo.

Os Jumpers costumam usar seus poderes para roubar e ter uma vida fácil, por isso são caçados desde a idade média. Os métodos dos Paladinos, porém, não são nada ortodoxos e sempre levam à morte. Fica a dúvida sobre qual lado seria o correto. Aquele que infringe a lei, ou aquele que pune os “malfeitores” de uma maneira mais que severa.

Nota-se também uma evolução nem sempre sutil do personagem principal. No começo da trama David era um garoto ingênuo e inconseqüente, não fazia a menor idéia do que se passava ao seu redor. De uma hora para outra fica até mesmo mais poderoso que Griffin (Jamie Bell), um jumper mais experiente que tinha como passatempo caçar paladinos.

A interpretação de Samuel L. Jackson está boa e estereotipada como sempre. O papel de negro durão cabe como uma luva para o ator. Já Christensen, por sua vez, parece meio desfocado em determinadas situações, como quando encontra Mille (Rachel Bilson), a Summer do seriado norte americano The O. C.

Os efeitos especiais e a fotografia estão impecáveis. Os tele transportes são feitos de forma muito rápida e precisa. O ritmo é frenético. O cenário gira o mundo inteiro para narrar a história, de Roma à Tókio em um segundo.

No mais, Jumper é diversão garantida. Apesar de não ser fã de seqüências, gostaria que os inúmeros ganchos no enredo fossem aproveitados dessa vez. Há espaço para a criação de toda uma série de continuações baseadas nos “saltadores”. Vale o preço do ingresso.

EUA, 2008. Direção: Doug Liman. Elenco: Hayden Christensen, Samuel L. Jackson, Jamie Bell. Duração: 90 min.

03.28.08

Estréias de cinema 28/03

Enviado em Cinema às 2:39 pm de Mal Começo

Ou deveria dizer Estréia? O Box cinemas mais uma vez decepciona colocando apenas um filme em cartas. Dois, no entanto, estão em “pré-estréia” com sessões em horários horríveis.

Jumper – Ação, 12 anos.

 

O filme, com direção de Doug Liman, conta a história de David, interpretado por Hayden Christensen. Um jovem que sofria abusos autoritários do seu pai e assim desenvolve a habilidade de se tele transportar para qualquer lugar do mundo, apenas com a força do pensamento. No decorrer da história, ele encontra outras pessoas com a mesma capacidade e até mesmo uma agência secreta que caça esses Jumpers.

 

Acho que a história inova por se tratar de um poder de certa forma “inédito” nos cinemas. Os efeitos especiais também estão de primeira. Essa semana vocês poderão ler uma resenha aqui no Mal Começo.

EUA, 2008. Direção: Doug Liman. Elenco: Hayden Christensen, Samuel L. Jackson, Jamie Bell. Duração: 90 min.

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