Enviado em Tecnologia tagged apple às 11:12 pm de Fernando Portelada.
Uma recente pesquisa online envolvendo mais de 2.000 profissionais de marketing internacionl, elegeu a Apple como a marca mais bem sucedida no mundo. Virgin, Google, Coca-Cola e até mesmo a Nike estiveram atrás da maçã.
Foi perguntado durante a enquete de que empresa eles gostariam de se sentar ao lado em um jantar, quem seria a mais bem sucedida no futuro entre outros.A companhia de Steve Jobs levou 6 das 10 categorias. Sua principal concorrente, a Microsoft, ganhou apenas 2.
Enviado em Literatura tagged Resenha às 12:01 am de Fernando Portelada.
Neil Gaiman já apresentou ótimos trabalhos no mundo dos quadrinhos, toda a série Sandman é um exemplo de fanatismo ao redor do mundo. Seus trabalhos na Literatura, apesar de não tão conhecidos, são igualmente mágicos.
E é de um desses livros que venho vos falar hoje. Os Filhos de Anansi.
Quase uma continuação de seu romance anterior, Deuses Americanos, Os Filhos de Anansi continua o pensamento folclórico-americano que Deuses antigos continuam vivos, andando e até mesmo interagindo entre nós, mortais.
O livro conta a história de Fat Charlie, que nem ao menos é gordo, um contador introspectivo, tímido e recalcado.E por isso mesmo que a identificação com o personagem é grande, ele é um perdedor como eu ou você.
A trama começa a se desenrolar, quando o pai de Charlie morre. Os dois tinham uma péssima relação pois o coroa costumava colocar seu filho nas mais embaraçosas situações. Apesar de tudo, ele decide ir ao enterro. Chegando lá descobre por meio de uma vizinha que seu progenitor era o antigo Deus africano Anansi, A Aranha, o dono de todas as estórias. No funeral Charlie Nancy também conhece seu irmão, Spyder, que nem sabia da existência e aparentemente herdou todos os poderes de um semideus.
Seu recém descoberto irmão deixa a vida de Charlie um verdadeiro Inferno. O que leva o pacato contador a buscar ajuda nos amigos de seu falecido pai, sem saber que a situação só se complicará.
As palavras do romance fluem naturalmente, é quase frenético o ritmo de leitura que se dá devido à forma que o conto nos envolve. Toda a narrativa é feita de um jeito brilhante por Gaiman que trata de uma maneira absurdamente casual o fato de ainda “existirem” Deuses caminhando pelos tempos modernos.
Os Filhos de Anansi é uma espécie de clássico moderno, um conto de fadas para adultos. Todo o enredo tem uma escrita leve e despojada, beirando o coloquial, essa maravilhosa obra faz lembrar que mesmo em tempos tão difícies para a boa leitura ainda há aqueles que carregam o dom da escrita.
Editora: Conrad ISBN: 8576161702 Número de páginas: 384
Olhem para esse bichinho, nem é tão fofinho assim, mas parece ser tão indefeso, e realmente é.
Não sou nenhuma ativista em prol dos animais, nem gosto tanto assim deles, mas, qualquer ser humano fica tocado com esse tipo de situação. No Canadá, existe uma tradição liberada pela legislação do país que já dura 150 anos, é a caça anual de focas, uma matança horrível e descomedida, que este ano terá 275 mil focas abatidas, número maior que o do ano passado.
Essa exploração desenfreada dos “bichanos” movimenta vários grupos humanitários pelo mundo, com protestos e boicotes ao comércio de animais nessa época, mas,são sufocados e acabam vencidos,não dando em nada de concreto, gerando apenas polêmica.
O maior dilema em relação a esse assunto é o sofrimento pelo qual passam os animais, é doloroso não só para eles, mas para quem assiste a cena, são mortos com porretes e golpes na cabeça, muitos ainda tem a pele arrancada enquanto estão vivos e a neve é tomada pelo sangue das pobres “foquinhas”.
Este ano a indústria pesqueira garante que vai tentar amenizar o sofrimento dos bichinhos, mas como? É absurdo!Não temos como acabar com isso, um dia quem sabe, podemos diminuir este massacre, que gera bilhões de dólares. É “briga de peixe pequeno com peixe grande”, ou seria briga “De homem grande com foca pequena?”.
Boa tarde e bom domingo a todos, mais uma vez! Como ‘combinado’ semana passada, aqui estou para apresentar-lhes a mais um anime. Desta vez, mostrar-vos-ei um artigo feito por mim há alguns anos para um dos nossos Webdesigners do Malcomeço, o Thiago Diniz. Bem, vamos lá.
A fantasia e o surreal são características, por vezes, básicas quando se trata de uma animação voltada ao entretenimento. Tão básicas que, não raramente, os elementos que podem ser considerados realistas são parcialmente esquecidos, quando não completamente ignorados.
Não é esse o caso da série de 1996, Rurouni Kenshin, anime adaptado do mangá criado por Nobuhiro Watsuki, publicado originalmente pela revista japonesa Shonen Jump em 28 volumes e licenciado no Brasil como “Samurai X” (nome dado devido à cicatriz no rosto do protagonista).
Nessa aventura, podemos dizer que o único aspecto que foge à realidade são os eventuais exageros, típicos dos desenhos de ação - e sem os quais, boa parte do público, composto pela molecada, não se interessaria tanto. Toda a aventura é ambientada no Japão do século XIX, época da historicamente conhecida Restauração Meijin.
Kenshin Himura, o personagem-título, foi figura fundamental para tal revolução. Tão fundamental que ficou conhecido como Battousai, o retalhador; apelido referente à sua incrível habilidade com a espada, utilizando a técnica de Kendo chamada “battou”, tornando-se uma máquina de matar. Os dias de Kenshin como Battousai, não retratados com clareza nos 95 episódios feitos para Tv, são explorados detalhadamente nos primeiros 4 OVAs de uma minissérie de 6, feitos especialmente para DVD.
A série de TV se inicia 10 anos após o seu sumiço, ao fim da revolução. Kenshin é fugitivo do próprio passado e tenta viver uma vida tranqüila no Dojo Kamia, ao lado de seus amigos Kaoru, Iahiko Miojin e Sannosuke Sagara.
Ao longo da trama, os fantasmas do seu passado vêm lhe assombrar, seja na forma de um velho inimigo em busca de vingança, um desafiante qualquer querendo fama, ou até um velho aliado, buscando apoio para a estabilidade do governo.
A ambientação no século XIX mostra-se ainda mais fiel e contundente quando o primeiro grande inimigo aparece: Makoto Shishio, líder do Juppongatana, é um visionário que personifica com perfeição a ambição japonesa por evolução tecnológica logo após o país sofrer uma invasão pelos Estados Unidos (que, para o bem ou para o mal, de fato, fez o Japão saltar décadas no conhecimento científico). Em seu discurso, Shishio faz citações reais, tais como o domínio britânico sobre a Índia, um país muitas vezes maior que a Inglaterra, demonstrando a necessidade de o Japão fazer a sua primeira Revolução Industrial para conseguir sua posição em um mundo cada vez mais bélico - que, como se sabe, de fato o fez, chegando a invadir a China, poucos anos depois.
Até mesmo a tentativa de cristianização do Japão pelo Ocidente é mostrada, na Fase dos Cristãos, exclusiva para o anime (não existe no mangá), onde um adversário de técnica similar a Kenshin aparece: Shogo Amakusa. Até uma referência aos Cavaleiros Templários é feita, com os Cavaleiros Negros.
Não se limitando a dramas pesados e lutas, Samurai X tem muitos momentos e até episódios inteiros voltados para a comédia, fazendo dele um anime para todos os gostos.
No primeiro dia da CanSecWest 2008, que está acontecendo em Vancouver, o Macbook Air caiu em menos de 2 minutos, no segundo dia, foi a vez de um Fujitsu equipado com Windows Vista, que foi dobrado por Shane Macaulay. No entanto, o último remanescente dos 3 pilares intransponíveis da segurança é um Sony Vaio rodando Linux. Esse fato só mostra mais uma vez a superioridade dos produtos da gigante japonesa em relação aos seus concorrentes.
Outras informações no site oficial da conferência.
A partir de hoje, os posts sobre tecnologia, com exceção das notícias, serão feitos somente aos domingos. Estréia hoje o Domingo Tecnológico.
Quem acompanha o Mal Começo sabe que eu adoro malhar a Apple, detesto o endeusamento que a maçã e até mesmo o lixo da empresa de Steve Jobs sofrem nos dias de hoje. Acho tudo isso extremamente desnecessário. Por esse motivo que eu sempre posto quando algo dá errado naquelas bandas, quero que todos vejam que a companhia é construída por reles mortais, como nós.
Uma coisa, no entanto, é fato. Ninguém tem um marketing melhor que esses caras. Acho que os gastos com merchandising é até mesmo maior que os com desenvolvimento de produtos.
O design é outro fator importantíssimo, é sempre algo novo, impensado, que no final todos copiam e cobiçam. Foi assim com: Iphone, Ipod, Ipod Touch, Macbook, Imac etc.
O visual dos produtos da Apple entra quase no campo do Conceito.
Produtos conceito são aqueles que apresentam mudanças jamais vistas no seu campo de atuação. Seja um jogo de videogame, como Okami, seja um celular ou até mesmo um computador.
Não importa se é possível, não importa se é viável. O que está em jogo, é a idéia por trás do aparelho. Os conceitos são geralmente apresentados em feiras e exposições de sua determinada área. No entanto, quando os engenheiros entram em campo, acabam com o serviço dos elaboradores e transformam o extraordinário em algo comum.
Isso é algo que admito não ser falha de Jobs. Os produtos que ainda nem foram lançados já são sucesso de vendas.
Talvez falte um pouco mais de popularização de suas invenções para que os preços caiam. Hoje em dia, por serem importados, comprar um produto da maçã ainda sai muito caro.
Por mais que existam concorrentes melhores que os aparelhos da Apple, por mais que seus notebooks sejam hackeáveis em 2 minutos, possuir algo com o logotipo da fruta mordida continua sendo sinal de status e um jeito diferenciado de ser.
Trinta cidades brasileiras, incluindo as sete capitais: (PortoVelho, Fortaleza, Salvador, Palmas, Maceió, Belém e São Luís) correm um sério risco. Devido à alta infestação do mosquito transmissor da DENGUE, Aedes aegypti, aumento do vírus tipo 2 e o número considerável de pessoas suscetíveis à contaminação, assim como o Rio de Janeiro podem ter o mesmo surto da doença.
Essa epidemia de dengue no país provavelmente terá mais casos graves, atingindo principalmente pessoas mais jovens, pois, a dengue é provocada por quatro tipos de vírus, batizados de 1, 2, 3, 4 e o paciente cria imunidade apenas ao tipo de vírus que causou sua doença, por isso, as crianças que nasceram durante ou depois da década de 90 não tem essa imunidade.
Para evitarmos números alarmantes e que este “vilão” tome conta da nossa cidade é preciso que todos tomem consciência e comecem a batalha contra o mosquito, juntos é possível que se ganhe a guerra.
(A partir de amanhã 31 até 04 de abril a Prefeitura de São Luís realizará a “Semana Municipal de Mobilização contra a Dengue”,envolvendo desde palestras,campanhas publicitárias e dezenas de agentes de saúde visitando as casas para combater o mosquito,tendo como proposta fornecer orientações à população sobre como reconhecer os sinais e como a doença pode ganhar formas graves se não tomarmos uma atitude.Quanto a Prefeitura, já é um começo,mas, precisamos de muito mais,para que toda população esteja segura e livre de calamidades como essa).
Enviado em Música tagged Resenha às 9:04 am de Fernando Portelada.
Devido a alguns problemas, a nossa coluna de música vai trocar de redator. Hoje, espero que pela última vez, essa resenha é feita por mim. Exatamente por isso vou falar de uma das minhas bandas preferidas, se é pra fazer, que seja bem feito. ENJOY!
Bad religion é uma banda de punkrock americano formado na década de 1980 e como o nome já diz, os caras são ATEUS. E isso vai muito além da alcunha do grupo, faz parte das suas letras e sua filosofia de vida.
it’s all right to have faith in god
but when you bend to their rules and their fucking lies
that’s when I start to have pity on you.
Bad Religion, Faith in God.
Mas não se enganem com os hinos anti-religião. A banda não é formada somente por cinco ou seis idiotas emaconhados. Só como um exemplo: Gregory Walter Graffin, o vocalista, é PhD em ciências sociais e palestrante fixo da UCLA. Os outros membros igualmente têm formações acadêmicas intimidadoras como Graffin. Certamente vem coisa boa pela frente.
You never stole from the rich to give to the poor
All he ever gave to them was a war
And a foreign enemy to deplore
Bad Religion, Let Them Eat War.
Voltando a história: O sucesso na mídia só veio com a troca de gravadora e o lançamento dos álbuns Recipe for Hate em 1993, e Stranger than Fiction em 1994, nesse ano os rapazes tiveram mais uma troca de guitarrista, a saída de Gurewitz, que tocava no grupo desde o ensino médio, foi regada a gritos de “vendido”, também cantado pelos fãs. O período pós Gurewitz, pra mim, foi o mais produtivo em minha opinião, lindas músicas como: A Walk e o álbum: TheGray Race foram lançados nessa época.
O guitarrista “semi-socialista” voltou a ocupar seu posto no Bad Religion em 2002, os fãs vibraram e foi comemorada a volta às raízes do grupo e também à sua primeira gravadora, a Epitaph Records. Atualmente, a banda segue em turnê do seu novo disco, New Maps of Hell, lançado no ano passado.
Não há mais o que falar sobre o Bad Religion, ame-os ou os odeie. Uma banda com mais de 20 anos de estrada que produz um punk rock de rapidez e qualidade com letras fortes e impactantes que merece ser escutado pelo menos uma vez.
Incomplete. Fala muito sobre qualquer um
American Jesus. Crítica.
Do What YOU Want. Meu sonho é ouvir essa música ao vivo.
Enviado em Cotidiano às 11:28 pm de Fernando Portelada.
Nem sempre uma faculdade particular é sinônimo de qualidade estrutural.
Há, obviamente, instalações confiáveis, confortáveis. Mas também, e às vezes até na mesma instituição, cresce o paradoxo com lugares mal acabados, depredados ou com falhas de infra-estrutura. Como foi o caso dessa semana.
No Maranhão, as estações do ano são divididas em verão e inverno, ou chuva e sol. E nós, atualmente, nos encontramos na segunda, época das águas
Com o volume de temporais crescendo, casas sendo derrubadas e árvores arrancadas do solo, é de se espantar que nossa instituição de ensino permanecesse intacta.E não permaneceu.
Nos últimos dias, a sala do segundo período do curso de Publicidade e Propaganda da Faculdade São Luís, que já sofria de infiltrações há vários meses, finalmente cedeu à força da água e teve pequenos focos de alagamento durante o horário letivo.
É inadmissível que situações como essa continuem a ocorrer, principalmente em uma Universidade particular e de renome.Os alunos que mantém suas mensalidades em dia esperam no MÍNIMO condições de assistir as aulas em lugares secos e sem goteiras.
Sei que esse post não vai dar em nada, mas nem todo mundo pode observar algo ruim e continuar de braços cruzados. Fica a denúncia.
O PWN 2 OWN Hacking Contest, um campeonato de Hackers, está acontecendo por esses dias em uma gigantesca conferência sobre segurança em Vancouver. Ontem, Charlie Miller ganhou U$ 10.000 por hackear um MacBookAir em MENOS DE DOIS MINUTOS!
Miller é conhecido como o primeiro programador a desbloquear um Iphone. O concurso consistia em quebrar as proteções do notebook para achar um arquivo escondido no sistema. Não houve muita competição esse ano, ele estava no começo da fila. Parece que a segurança dos aparelhos de Steve Jobs não está nos seus melhores dias.
Logo após concluir sua façanha, Miller assinou um acordo de sigilo que dará tempo para a Apple consertar todas as falhas do projeto.
Os próximos aparelhos na fila de espera do concurso são: Um Sony Vaio rodando Ubuntu e um Fujistsu U810 com Vista, esses notebooks provavelmente devem cair hoje.